27 de janeiro de 2011

*A vida pode ser muito doce... Tudo depende de que ângulo você está observando...*






P.S. Você me inspira...
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16 de janeiro de 2011

Só pra dar um gostinho...

A série Glee, é cheia de personagens caricatos, humor negro e inteligente. Mas, o melhor são as versões de músicas consagradas, como nesse Medley da Banda Journey, que eu adorei!
Espero que faça você viajar também!

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13 de janeiro de 2011

Pra aprender um pouco...

Vi isso em um outro blog e achei maravilhoso:
*Vivemos em um mundo com incontáveis estrelas, e um universo infinito. Mediante tantas possibilidades, todas elas completamente fora da nossa capacidade de compreensão, de onde é que é que a gente tira tanta certeza para afirmar certas coisas?
Quem nos dá autoridade para dizer que “homens traem”, ou que “meu filho não sabe o que quer”? A única pessoa que teria esta capacidade seria Deus, criatura onisciente e onipotente, como ilustrado pelas religiões.
Mesmo assim, não importa em qual religião você busque. Em todas elas, a manifestação de Deus só nos encoraja a fazer uma única coisa: amar. Amar no presente. Nós não podemos estreitar nossa visão a fim de pintar cenários que são possíveis, mas que não são prováveis. Precisamos nos libertar desses pensamentos corruptos. Precisamos varrer nossa casa. Precisamos nos visitar. Entrar, limpar com cuidado as distorções que construímos, e nos liberar pra viver uma única coisa: o agora.*
Rodrigo Santiago


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12 de janeiro de 2011

Intensidade

Para uma querida amiga, que vive tudo de forma intensa, assim como eu...


*E se perguntassem o que vem a ser o certo, Gabriela olharia com a cabeça torta como a de um cachorro quando parece não compreender o que se passa. O olhar de repente vidrado de quem tem sede de entender as coisas que acontecem ao redor. Ela não sabia amar, talvez. Então mais um amor havia ido embora, mais um amor havia chegado ao fim. Nessa imensa individualidade onde ninguém podia entristecê-la sempre cresciam espinhos. Espinhos para machucar aqueles que a machucavam, então assim não a tocavam. Não tocava porque o medo da mágoa não deixava que lhe tocassem, ou então havia medo porque não haviam tocado fundo o suficiente para que o medo não existisse. Que triste então estava sendo, mas Gabriela parecia acostumada. Acostumada e fria porque depois de tantas lágrimas, ela finalmente parecia ter secado. A maquiagem borrada em volta dos olhos tinha sido limpa na noite anterior. Quando Antônio e ela se encontraram; ela parecia inteira. Inteira porque não tinha ficado nada dela para trás. Seus olhos eram de desilusão, de cansaço. Cansada de construir sonhos, planos, fantasias. E depois da desilusão ter de destruir uma a uma, como se nada daquilo tivesse um dia existido, só para olhar para trás e não sentir nada do que sentira antes. Era mais um fim doído, choroso, arrastado. Fosse o ponto final sua última lágrima de dor, já havia então sido decretado. Decretado num discurso mudo, num adeus em silêncio. Dito através de tudo daquilo que não havia sido falado. Antônio não parecia prestes a dizer nada. Gabriela não diria; se pudesse escolher, teria ficado calada, mas lhe escapou: “Meu coração tá ferido de amar errado. De amar demais, de querer demais, de viver demais. Amar, querer e viver tanto que tudo o mais em volta parece pouco. Seu amor, comparado ao meu, é pouco. Muito pouco. Mas você não vê. Não vê, não enxerga, não sente. Não sente porque não me faz sentir, não enxerga porque não quer. A mulher louca que sempre fui por você, e que mesmo tão cheia de defeitos sempre foi sua. Sempre fui só sua. Sempre quis ser só sua. Sempre te quis só meu. E você, cego de orgulho bobo, surdo de estupidez, nunca notou. Nunca notou que mulheres como eu não são fáceis de se ter; são como flores difíceis de cultivar. Flores que você precisa sempre cuidar, mas que homens que gostam de praticidade não conseguem. Homens que gostam das coisas simples. Eu não sou simples, nunca fui. Mas sempre quis ser sua. Você, meu homem, é que não soube cuidar. E nessa de cuidar, vou cuidar de mim. De mim, do meu coração e dessa minha mania de amar demais, de querer demais, de esperar demais. Dessa minha mania tão boba de amar errado. Seja feliz.”*


Caio Fernando Abreu
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11 de janeiro de 2011

Saudade (2)

"Não foi nada. Deu saudade, só isso. De repente, me deu tanta saudade".
Caio Fernando Abreu


Saudade que não acaba mais... 
Do teu riso, do teu cheiro, do brilho intenso dos seus olhos quando olha nos meus... Do teu abraço apertado, do timbre da sua voz... Da sensação boa de estar perto de você.


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7 de janeiro de 2011

Saudade

"Do lat. solidate,soledade, solidão. atr. do arc. soydade, suydade com influência de saúde. sf.(a) 1. Lembrança nostálgica e, ao mesmo tempo, suave, de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhado do desejo de tornar a vê-las ou possuí-las; nostalgia.2. Pesar da ausência de alguém que nos é querido". Dicionário informal


"A saudade é a nossa alma dizendo pra onde ela quer voltar". Pablo Neruda


Eu sabia que sentiria saudades... Mas não tanta!



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3 de janeiro de 2011

A Alma dos Diferentes

"Ah, o diferente, esse ser especial!



Diferente não é quem pretenda ser. Esse é um imitador do que ainda não foi imitado, nunca um ser diferente.
Diferente é quem foi dotado de alguns mais e de alguns menos em hora, momento e lugar errados para os outros. Que riem de inveja de não serem assim. E de medo de não agüentar, caso um dia venham, a ser.
O diferente é um ser sempre mais próximo da perfeição.
O diferente nunca é um chato. Mas é sempre confundido por pessoas menos sensíveis e avisadas. Supondo encontrar um chato onde está um diferente, talentos são rechaçados; vitórias, adiadas; esperanças, mortas.
Um diferente medroso, este sim, acaba transformando-se num chato. Chato é um diferente que não vingou.
Os diferentes muito inteligentes percebem porque os outros não os entendem.
Os diferentes raivosos acabam tendo razão sozinhos, contra o mundo inteiro.
Diferente que se preza entende o porquê de quem o agride. Se o diferente se mediocrizar, mergulhará no complexo de inferioridade.
O diferente paga sempre o preço de estar - mesmo sem querer - alterando algo, ameaçando rebanhos, carneiros e pastores.
O diferente suporta e digere a ira do irremediavelmente igual: a inveja do comum; o ódio do mediano.
O verdadeiro diferente sabe que nunca tem razão, mas que está sempre certo.
O diferente começa a sofrer cedo, já no primário, onde os demais de mãos dadas, e até mesmo alguns adultos por omissão, se unem para transformar o que é peculiaridade e potencial em aleijão e caricatura. O que é percepção aguçada em : "Puxa, fulano, como você é complicado". O que é o embrião de um estilo próprio em : "Você não está vendo como todo mundo faz? "
O diferente carrega desde cedo apelidos e marcações os quais acaba incorporando.
Só os diferentes mais fortes do que o mundo, se transformaram (e se transformam) nos seus grandes modificadores.
Diferente é o que vê mais longe do que o consenso. O que sente antes mesmo dos demais começarem a perceber. Diferente é o que se emociona enquanto todos em torno agridem e gargalham. É o que engorda mais um pouco; chora onde outros xingam; estuda onde outros burram. Quer onde outros cansam. Espera de onde já não vem. Sonha entre realistas. Concretiza entre sonhadores. Fala de leite em reunião de bêbados. Cria onde o hábito rotiniza. Sofre onde os outros ganham.
Diferente é o que fica doendo onde a alegria impera. Aceita empregos que ninguém supõe. Perde horas em coisas que só ele sabe serem importantes. Engorda onde não deve. Diz sempre na hora de calar. Cala nas horas erradas. Não desiste de lutar pela harmonia. Fala de amor no meio da guerra. Deixa o adversário fazer o gol, porque gosta mais de jogar do que de ganhar. Ele aprendeu a superar riso, deboche, escárnio, e consciência dolorosa de que a média é má porque é igual.
Os diferentes aí estão: enfermos, paralíticos, machucados, engordados, magros demais, inteligentes em excesso, bons demais para aquele cargo, excepcionais, narigudos, barrigudos, joelhudos, de pé grande, de roupas erradas, cheios de espinhas, de mumunha, de malícia ou de baba. Aí estão, doendo e doendo, mas procurando ser, conseguindo ser, sendo muito mais.
A alma dos diferentes é feita de uma luz além. Sua estrela tem moradas deslumbrantes que eles guardam para os pouco capazes de os sentir e entender.
Nessas moradas estão tesouros da ternura humana. De que só os diferentes são capazes.
Não mexa com o amor de um diferente. A menos que você seja
suficientemente forte para suportá-lo depois."


Artur da Távola
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2 de janeiro de 2011

"Talvez devamos ser gratos pelo tempo que passamos juntos, e parar de se apegar ao que poderia ter sido."
Smallville



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1 de janeiro de 2011

Pra começar 2011

“Faça um pedido e coloque no seu coração o que você quiser, tudo o que quiser. Você fez? Que bom! Agora acredite que pode se tornar realidade, pois nunca se sabe de onde o próximo milagre vai vir, o próximo sorriso, o próximo desejo tornado realidade. Mas, se você acreditar que está bem ali na esquina e abrir seu coração e mente para essa possibilidade, para essa certeza, você vai acabar conseguindo aquilo que deseja. O mundo é cheio de mágica e você apenas precisa acreditar nela.

Então faça seu pedido! Você fez? Que bom! Agora acredite!”

One Tree Hill 5ª Temporada, Episódio 13





2010 foi talvez, o ano mais difícil que passei... Foram muitas as decepções com meu pai, que trocou nossa família por uma vadia pistoleira (desculpe o linguajar) mais nova que meu irmão caçula... O clima estranho que rondou meu grupo de estágio durante boa parte do ano, levando a um afastamento e frieza que eu não esperava... A mudança para a casa do meu irmão e todo o período de adaptação... O medo que eu passei todas as noites, receando ser assaltada no meio do caminho... As confusões com a coordenadoria do curso... O ciúme irracional que me abateu, fazendo com que eu quase perdesse a cabeça... Enfim, muitas feridas ainda a serem curadas... Mas, esse processo de cura começou e eu tenho muito a agradecer a Deus, apesar de não entender seus desígnios. Agradeço porque tive ao meu lado pessoas incríveis que me apoiaram quando eu mais precisei: Déia, que me entende de uma maneira que ninguém mais consegue, porque nossa afinidade vai além da empatia, nós sentimos o mundo e a vida da mesma forma; Paloma que me obrigou a ser tolerante e a ter paciência, mas também me mostrou que amizade verdadeira está acima de religião ou estilo; Michelle, sempre doce e prática, me mostrou que não existe idade pra deixar livre a criança que há em mim, e com quem compartilhei alguns dos momentos mais divertidos do ano; Ayeska, miga linda que me ouviu e sempre me consolou nos momentos de deprê; a Vanessa que me viu surtar e recobrar a razão algumas vezes e continuou minha amiga mesmo assim, além de ter me aconselhado a criar este blog pra deixar sair tudo o que está em meu coração; Aline, Keity, Flávia, Márcia e Carol, mais que professoras, elas sempre demonstraram uma confiança em mim da qual eu sempre duvido, e me incentivaram a continuar buscando o meu lugar; William e Renan, que me acolheram e me fizeram esquecer minhas dificuldades ao compartilharem as suas próprias; meus pacientes lindos da neuro, tanto as crianças quanto os adultos, porque me mostraram que a vida ainda é bela, apesar de tudo; e também meus amigos de fé, Felipe, Rozilda e Márcia, sem os quais eu não teria conseguido terminar a faculdade... Agradeço também por ter terminado essa etapa da minha vida, apesar de sentir muita falta dessa época... Por todas essas pessoas maravilhosas que Deus colocou em meu caminho, eu creio que 2011 será melhor, um ano repleto de possibilidades que eu pretendo aproveitar!!!!!!!!!
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